domingo, 15 de maio de 2011

Mesa Redonda : Recordando José Calasans

Em lembrança do Decenário de Morte de José Calasans, acontecerá uma mesa-redonda no dia 26 de maio, às 18h, na sede do Instituto Histórico da Bahia.

Confira a programação clicando na imagem abaixo.





Saiba mais sobre José Calasans : http://josecalasans.com

A FLIP e o FLUP

Confira o artigo publicado no jornal O Dia, em sua página de opinião, no dia 03/05, sobre
a primeira edição do Flup
. Com a chamada "Sem amarras de interesses econômicos,
o festival deu vez e voz aos poetas fluminenses", o artigo reflete sobre a repercussão do
Flup e como ele veio para marcar seu lugar de vez na agenda cultural literária do
Estado do Rio de Janeiro.





A Flip e o Flup



Enquanto Paraty se prepara para mais uma edição da internacionalíssima Flip, Barra de São João — distrito e terra de Casimiro de Abreu, maior ícone da cultura fluminense — assistiu no último fim de semana à estreia do Flup. O Festival Fluminense de Poesia, que aconteceu pela primeira vez na Costa do Sol, surge para oferecer ao calendário literário do estado um conceito diametralmente oposto ao da festa que leva nomes famosos e muita badalação à Costa Verde.



Lugarejo histórico, margeado em sua foz pelo maior rio exclusivamente fluminense, Barra de São João também possui um casario colonial, o que contribui para ornamentar a atmosfera romântica que inspirou Casimiro. Porém, a cidadezinha conserva a simplicidade e pureza imprescindíveis ao Flup, uma maratona poética de 24 horas aberta, participativa e democrática.



Apoiado pela Academia Fluminense de Letras, pelo Cenáculo Fluminense de História e Letras, pela Secretaria Estadual de Cultura, pela Prefeitura de Casimiro de Abreu e pela Libre, a liga que congrega as editoras independentes e defende a bibliodiversidade, o Flup reuniu centenas de poetas entre a manhã de sexta-feira e a madrugada de sábado. Foram palestras, painéis, oficinas de leitura, concurso de poesia e sarau poético. A poesia transbordou livre, sem restrições. Tudo ‘free’.



Sem amarras de interesses econômicos, o festival deu vez e voz aos poetas fluminenses, desde grupos organizados até mochileiros que puderam pernoitar em albergues oferecidos pela prefeitura. O resultado foram ondas seguidas de versos revelados ou revisitados. De Alberto de Oliveira, Euclydes da Cunha e Fagundes Varela ao jovem Yago Luiz — um menino de 13 anos cujo poema se classificou entre os dez primeiros no concurso do Flup —, a tradição poética e a própria identidade fluminense fluíram sem restrições.



Naquele lugar bucólico e pacato, Leon Tolstoi, o sábio escritor russo, parece ter sido bem compreendido pelos poetas fluminenses em um de seus conselhos: “Quem quer ser universal que cante sua aldeia”.



Luiz Augusto Erthal é jornalista e idealizador do Flup


Fonte:


http://odia.terra.com.br/portal/opiniao/html/2011/5/luiz_augusto_erthal_a_flip_e_o_flup_161848.html

Leia mais em :
http://youpode.com.br/blog/todapalavra/
http://blog.nitpress.com.br/

Letras Verdes em Euclides da Cunha

A Prof.a Dr.a Anabelle Loivos (FE/UFRJ), coordenadora do projeto de extenção "100 Anos Sem Euclides", ministrará o curso "Letras Verdes em Euclides da Cunha", propondo analisar um dos aspectos menos enfatizados nas interpretações correntes sobre a obra Euclidiana: seus escritos amazônicos.

O curso tem como público alvo alunos bolsistas PIBEX do Projeto 100 Anos Sem Euclides (UFRJ e UERJ); Professores do Ensino Médio e Fundamental das redes pública e privada; alunos do Ensino Médio; alunos da graduação nas áreas de Letras, História, Geografia, Educação e áreas afins; profissionais liberais; interessados em questões de ampliação da leitura e na interface entre literatura e vida cultural.



Serão 4 encontros entre maio e junho (18/05, 25/05, 01/06, 08/06), na Faculdade de Letras da UFRJ, sala F208. De 13h às 16h30.



Para maiores informações e inscrições, enviar e-mail para analoivos@ufrj.br











Versão Cinematográfica de "Os Sertões"


Depois de anos de preparo, finalmente é lançada no Rio de Janeiro a versão cinematográfica de Os Sertões, adaptado para o teatro pela Cia. Oficina, sob direção de José Celso Martinez Corrêa.



São cinco filmes que misturam e integram artes cênicas, música, vídeo e cinema.



Confira a programação de exibição :


Local: Cinemateca do MAM – Av Infante Dom Henrique, 85, Aterro do Flamengo. Tel: 21.2240-5743.


Ingresso: R$ 5,00 (inteira) e R$ 2,00 (maiores de 60 anos e estudantes).


13/05 – Sexta-feira


18h30 – A Terra, de Tommy Pietra. Direção Geral- José Celso Martinez Corrêa. Brasil, 2010. Com Teatro Oficina Uzyna Uzona. 200’. Primeira parte do livro “Os Sertões”, de Euclides da Cunha. Mostra a musicalidade a da terra como uma das partes mais belas do livro. Classificação indicativa – 18 anos.


14/04 – Sábado


18h – O Homem I: do pré-homem à revolta, de Fernando Coimbra. Direção Geral – José Celso Martinez Corrêa. Brasil, 2010. Com Teatro Oficina Uzyna Uzona. 290’. A história da formação do homem brasileiro, de sua origem telúrica, animal, tupy, do amplexo vigoroso do vencedor, colonizador celta europeu, copulando com os vencidos. Classificação indicativa – 18 anos.


15/05 – Domingo


18h – O Homem II: da revolta ao trans-homem, de Marcelo Drummond e Gabriel Fernandez. Direção geral – José Celso Martinez Corrêa. Brasil, 2010. Com Teatro Oficina Uzyna Uzona. 336’. A passagem do homem re-voltado para o trans-homem, criador de outra possibilidade para a aventura humana na terra. Já integrada com a história de Antônio Conselheiro, líder anti-messiânico. Classificação indicativa – 18 anos.


21/05 – Sábado


18h – A Luta I, de Elaine Cesar. Direção Geral – José Celso Martinez Corrêa. Brasil, 2010. Com Teatro Oficina Ozyna Uzona. Brasil, 2011. 336’. Apresenta o incidente provocador da guerra, ligado a vingança de um juiz de Juazeiro que proíbe a entrega de um lote de madeiras, já pagas, para construção da Igreja Nova de Canudos. Classificação indicativa – 18 anos.


22/05 – Domingo


18h – A Luta II: o desmassacre, de Eryk Rocha e Pedro Paulo Rocha. Direção geral – José Celso Martinez Corrêa. Brasil, 2010. Com Teatro Oficina Uzyna Uzona. 369’. A quarta e derradeira expedição do exército brasileiro ao sertão nordestino, com envio de 12 mil soldados, canhões, armas modernas e estrategistas. O filme narra a finalização da Guerra de Canudos. Classificação indicativa – 18 anos.


Acesse o link para mais informações e fotos:


http://teatroficina.uol.com.br/events/85









Lançamento do livro "Euclides da Cunha: Presente e Plural"

Foi lançado no dia 04 de maio de 2011 o livro "Euclides da Cunha: presente e plural (ensaios)", organizado por Anélia Montechiari Pietrani, professora da Faculdade de Letras da UFRJ e uma das coordenadoras do Projeto 100 Anos Sem Euclides.

O conjunto de ensaios é um reconhecimento da importância do legado que nos deixou o escritor, jornalista e engenheiro Euclides da Cunha. A obra expõe a forma com que, em suas obras, o autor demonstra sua paixão pela ciência, história, engenharia num exercício que reúne técnica, arte, estilo e sensibilidade. Sua vasta obra, desde o monumental Os Sertões, atravessando as Ondas Poéticas, até os documentais Contrastes e Confrontos,À Margem da História, dentre outros, abre-nos à reflexão sobre a formação e construção do complexo processo literário brasileiro, especialmente no que concerne às teorias críticas voltadas a discutir os vínculos entre literatura e sociedade.

O lançamento ocorreu na Livraria Moviola, na Rua das Laranjeiras, 280, Rio de Janeiro, com leitura dramatizada de textos de Euclides, feita pelo cineasta Noilton Nunes, e a participação do sambista Edeor de Paula, autor do memorável samba-enredo "Os Sertões" (Em Cima da Hora, 1976).


Leia mais em http://www.projetoeuclides.iltc.br





|