Informações, ideias e notícias sobre o projeto que dá nome ao blog em homenagem ao escritor brasileiro Euclides da Cunha. Além disso, este espaço tem o objetivo de divulgar atividades relacionadas à propagação da educação e da literatura, assim como desejava o autor de "Os Sertões".
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Exposição Barbárie e espanto em Canudos
A exposição na Caixa Cultural traz, pela primeira vez, todas as xilogravuras que compõem a impressionante série Canudos de Adir Botelho, um dos maiores gravuristas brasileiros.
Ao longo de duas décadas, de 1978 a 1998, o artista trabalhou inspirado por um dos temas mais sangrentos da História do Brasil, a guerra civil sangrenta narrada em "Os Sertões", de Euclides Cunha.
A obra consiste numa sequência de impressionantes imagens sobre o drama ocorrido no sertão da Bahia que mobilizou o Brasil no final do século XIX. A exposição reúne duas séries, Canudos, concebida em xilogravura, e a série Agonia e morte de Antônio Conselheiro, em desenhos a carvão. Os trabalhos do
gravurista transmistem um misto de força, expressividade rude e ao mesmo tempo poética. São 120 xilogravuras e 22 desenhos a carvão, que o artista denonimou Canudos: agonia e morte de Antonio Conselheiro.
Ao longo de duas décadas, de 1978 a 1998, o artista trabalhou inspirado por um dos temas mais sangrentos da História do Brasil, a guerra civil sangrenta narrada em "Os Sertões", de Euclides Cunha.
A obra consiste numa sequência de impressionantes imagens sobre o drama ocorrido no sertão da Bahia que mobilizou o Brasil no final do século XIX. A exposição reúne duas séries, Canudos, concebida em xilogravura, e a série Agonia e morte de Antônio Conselheiro, em desenhos a carvão. Os trabalhos do
gravurista transmistem um misto de força, expressividade rude e ao mesmo tempo poética. São 120 xilogravuras e 22 desenhos a carvão, que o artista denonimou Canudos: agonia e morte de Antonio Conselheiro.
A exposição vai até o dia 11 de novembro!
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Sertão, Sertões de Sergio Rezende
Sergio Rezende – diretor de Sertão, Sertões
Inspirado em dois clássicos da literatura brasileira, Os Sertões, de Euclides da Cunha e Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, o filme de Sérgio Resende é uma reflexão sobre a categoria mítica do sertão no Brasil contemporâneo. Na visão do diretor, “o deslocamento das populações rurais para os grandes centros urbanos e do outro lado, a expansão das fronteiras agrícolas brasileiras parecem confirmar a profecia famosa de Antonio Conselheiro: O sertão vai virar praia, a praia vai virar sertão”.
No mundo globalizado, o documentário procura expandir o conceito de sertão para outras regiões do mundo. O cineasta percorreu os territórios míticos de Rosa e Euclides: o norte de Minas e o sertão baiano. Esteve também em Rondônia, palco da rebelião dos operários da usina de Jirau. E se debruçou sobre o novo “sertão” das comunidades pobres do Rio de Janeiro. Sergio Rezende é autor de 13 filmes de longas-metragens, entre eles o “O Homem da Capa Preta”, “Guerra de Canudos” e “Salve Geral”.
Sertão, Sertões (estreia em 17/11) TV Câmara
- duas semanas de exibição
. sábado – 21h
. domingo – 2h/13h30/20h
. quarta – 5h30
Inspirado em dois clássicos da literatura brasileira, Os Sertões, de Euclides da Cunha e Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, o filme de Sérgio Resende é uma reflexão sobre a categoria mítica do sertão no Brasil contemporâneo. Na visão do diretor, “o deslocamento das populações rurais para os grandes centros urbanos e do outro lado, a expansão das fronteiras agrícolas brasileiras parecem confirmar a profecia famosa de Antonio Conselheiro: O sertão vai virar praia, a praia vai virar sertão”.
No mundo globalizado, o documentário procura expandir o conceito de sertão para outras regiões do mundo. O cineasta percorreu os territórios míticos de Rosa e Euclides: o norte de Minas e o sertão baiano. Esteve também em Rondônia, palco da rebelião dos operários da usina de Jirau. E se debruçou sobre o novo “sertão” das comunidades pobres do Rio de Janeiro. Sergio Rezende é autor de 13 filmes de longas-metragens, entre eles o “O Homem da Capa Preta”, “Guerra de Canudos” e “Salve Geral”.
Sertão, Sertões (estreia em 17/11) TV Câmara
- duas semanas de exibição
. sábado – 21h
. domingo – 2h/13h30/20h
. quarta – 5h30
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Oficina “Cambucazinho vai à Feira de Ciência e Tecnologia"
Neste
Domingo, dia 21 de outubro de 2012, o Ponto de Cultura Os
Serões do Seu Euclides
e o ILTC (Instituto de Lógica, Filosofia e Teoria da Ciência)
realizarão uma oficina cultural de artes e contação de histórias,
no Campo de São Bento, que fica na rua Gavião Peixoto, bairro
Icaraí, Niterói, no horário de 9h às 14h. A oficina é parte das
comemorações da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que neste
ano traz, só na cidade de Niterói mais de 200 eventos
diversificados.
A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia tem como tema principal: “Economia verde, sustentabilidade e erradicação da pobreza”, que foi também o tema da Conferência Rio+20, que ocorreu no Brasil, em junho. Estão previstas atividades de difusão e de apropriação social de conhecimentos científicos e tecnológicos.
A
oficina “Cambucazinho
vai à Feira de Ciência e Tecnologia”, promovida pelo Ponto de
Cultura e pelo ILTC, tem como objetivo
fazer com que as crianças tenham contato com elementos naturais para
elaboração de trabalhos de livre inspiração. Serão utilizados
materiais como terra e areias coloridas, seixos, galhos, sementes,
musgos e similares. Além disso, haverá contação de história do
livro infantil de Fabiana Corrêa: “História de um Cambucazinho”,
música e muita brincadeira!
"História
de um Cambucazinho" conta as desventuras de um jovem cambucá,
que vive em um recanto de Mata Atlântica. Cambucazinho sente-se
solitário, já que não existem outros cambucás na floresta onde
mora e resolve, então, desaparecer. A bicharada da floresta nota seu
desaparecimento e, assim, começa uma aventura de resgate e amizade.
Leve
o seu pequeno a esse gostoso evento, que une diversão, arte-educação
e contato direto com a natureza!
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Projeto 100 Anos Sem Euclides na 23º UERJ sem Muros
O Projeto 100 Anos Sem Euclides participou, mais uma vez, no dia 01 de outubro, da “23º UERJ sem Muros-16º Mostra de Extensão”, evento que abre durante uma semana, anualmente, as portas da universidade ao público, com o intuito de apresentar sua produção em todas as instâncias acadêmicas: graduação, extensão e pós-graduação.
O Projeto contou com a participação da bolsista Luiza Rosine (UERJ/FFP) e o coordenador Luiz Fernando Conde Sangenis (Prof. Dr. da Faculdade de Educação/UERJ/FFP), que apresentaram ao público um pôster ilustrativo onde pontua nossas principais atividades desenvolvidas até o momento.
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